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  Entrevista 09/02/2006

Entrevista com Carolina Aranha, Gerente de Segurança da Microsoft para a América Latina e Coordenadora do Movimento Internet Segura.
(reproduzido da Camara-e.net)

1) Qual é a importância da segurança para o desenvolvimento dos negócios eletrônicos?
O usuário só realiza transação eletrônica quando se sente seguro para tal. É uma análise de risco que cada um realiza, avaliando se vale a pena se expor pela facilidade das transações on-line. A realidade do mercado brasileiro é que parte dos internautas ainda não sente que essa equação é vantajosa. O que vale a pena ressaltar é que o usuário consegue reduzir substancialmente essa exposição para que essa equação “feche” e possamos aí multiplicar os negócios eletrônicos no país.


2) Como vê a questão na atualidade?

O mercado brasileiro tem condições que fomentam um cenário interessante para os crimes cibernéticos: bons profissionais de tecnologia que se tornam hackers engenhosos e criativos, um volume de transações financeiras on-line invejável e um sistema que não favorece a punição de criminosos. A parte positiva é que vemos internautas se protegendo de maneira eficaz com poucos recursos e aproveitando todas as vantagens que a Internet proporciona.


3) O que deve ser feito para minimizarmos os riscos nos negócios eletrônicos?
As grandes instituições e líderes responsáveis da indústria estão mobilizados na educação de seus clientes. Hoje todos os sites de bancos disponibilizam cursos, cartilhas, dicas e truques para a proteção nas transações on-line. O mesmo acontece com fornecedores de tecnologia, que disponibilizam inclusive direitos sobre filmes didáticos, palestras de conscientização e academias de segurança gratuitas. Essas instituições sabem o poder que a educação tem para evitar as ameaças no mundo cibernético, principalmente usando dicas simples como o uso de um antivírus atualizado, um firewal e atualização automática do sistema operacional.


4) Qual a contribuição que o Movimento Internet Segura – MIS - pode dar a essas questões?
Como sabemos o poder que a educação tem para evitar essas ameaças, entendemos que o MIS tem um papel que pode ser extremamente efetivo provendo informações e orientação para os usuários sobre a navegação segura.

O MIS seria uma fonte isenta e confiável de informações, formado por líderes responsáveis e comprometidos com a utilização segura da Internet, fomentando negócios, facilitando a vida e protegendo os internautas.

Por incrível que pareça os usuários continuam cometendo falhas básicas como abrir anexos executáveis de fontes não confiáveis, ou fornecendo conta corrente e senha de bancos através de e-mails suspeitos. E nesse sentido temos um espaço enorme para trabalhar.


5) O que pretende fazer como coordenadora do MIS?

Entendo que o MIS está no caminho certo, e com diretrizes de atuação bem claras. Acredito que ainda exista espaço para trabalharmos novas parcerias com instituições representativas no mercado para ampliar a voz deste Movimento e instituir processos que garantam uma melhor comunicação entre players de mercado, para ações mais efetivas contra criminosos.


6) O que a Microsoft tem feito nessa direção?
A Microsoft no Brasil já realizou mais de 110 mil treinamentos de segurança nos últimos dois anos, lançou a Academia de Segurança que oferece treinamento de 50 horas on-line e presencial em segurança da informação, e mais de 70 mil pessoas recebem mensalmente informações importantes sobre segurança. Tudo de forma gratuita. O interessante é que os clientes e parceiros reconheceram essa evolução em termos de segurança, avaliando positivamente a Microsoft, através de pesquisa com mais de dois mil entrevistados no país.

   
   
 
 
     
 
 
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